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Acompanhamento terapêutico x Acompanhantes terapêuticos

 

 

 

“Convencionou-se chamar Acompanhamento Terapêutico (AT) a determinadas intervenções clínicas que se organizam no dentro/fora dos enquadres e dispositivos tradicionais de tratamento. Mais do que isso, no dentro/fora das instituições – sejam elas de tratamento ou não – a saber: o consultório, os equipamentos de saúde (HDs, Caps etc.), mas também a família, a escola, os clubes, etc. Em geral, o AT é aquela pessoa que acompanha alguém com algum sofrimento psíquico intenso – a maioria deles psicóticos – na circulação através dos espaços públicos/privados que constituem o campo social. (Ghertman, 2006, p. 36)”

 

 

Desde 2005, o CECCO estabeleceu uma parceria com um grupo de ATs, supervisionados por Regina Chu Cavalcanti de Carvalho, Iso Ghertman e Maurício Porto, que se prolonga até os dias de hoje.

Foi a partir da percepção das necessidades de alguns usuários e das características da instituição do CECCO como um espaço aberto, que o AT pode se inserir como uma ferramenta que estendeu as possibilidades de intervenção dos seus técnicos para além das fronteiras antes estabelecidas pelo seu enquadre.

Num trabalho conjunto com os ATs, os técnicos puderam ampliar a escuta daquelas pessoas com quem trabalhavam semanalmente. O bairro, a cidade, a família ganharam lugar na compreensão e tato com determinados usuários.

Cada usuário indicado para o trabalho de AT estabelece um contrato de um ano de atendimento, mensalmente a equipe de ATs reuni-se com os técnicos do CECCO para uma troca de experiências em torno de um determinado atendimento. Ao final de um ano o AT responsabiliza-se pela entrega de uma monografia onde relata, formalmente, o processo vivido com seu acompanhado. Desde o início da parceria mais de 50 usuários puderam ser atendidos.

 

 

                                                                       Iso Alberto Ghertman

                                                           São Paulo, 16 de Agosto de 2012

- GHERTMAN, I.A. O campo do acompanhamento terapêutico (AT): perspectivas político‑clínicas. In: MILNITZKY, F. (org.). Desafios da clínica psicanalítica na atualidade. Goiânia: Dimensão, 2006.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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